quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Sonda Juno faz primeiro voo rasante em Júpiter




Há quase dois meses na órbita do planeta gasoso, sonda da Nasa realiza sua aproximação máxima e chega a apenas 4.200 quilômetros da superfície de Júpiter. Cientistas esperam imagens em alta resolução nos próximos dias.
A sonda Juno, que está na órbita de Júpiter há quase dois meses, fez história neste sábado (27/08) ao realizar seu primeiro sobrevoo orbital. Segundo a Agência Espacial Americana (Nasa), a sonda esteve a apenas 4.200 quilômetros do planeta - a maior aproximação já registrada na história.

Rick Nybakken, gerente de projeto da sonda, afirmou que "tudo ocorreu como planejado", mas que levará alguns dias para que os dados e imagens enviados pela Juno sejam processados.
Scott Bolton, chefe da equipe na Nasa, informou que a sonda está enviando "dados iniciais intrigantes". Uma série de fotos deve ser divulgada pela agência espacial nas próximas semanas.
"Estamos numa órbita que ninguém nunca esteve antes, e essas imagens nos darão uma nova perspectiva sobre este mundo de gás gigante", acrescentou Bolton.
Ainda está previsto que a sonda espacial realize outros 35 voos rasantes em Júpiter até o fim de sua missão, em fevereiro de 2018, mas nenhum deve ser tão próximo como o deste sábado.
A nave foi capturada pela gravidade do planeta no último dia 4 de julho, após viajar cinco anos e 870 milhões de quilômetros. Ela deixou a Terra em 5 de agosto de 2011, de Cape Canaveral, na Flórida.
Para a Nasa, a Juno é um passo importante para estudar a atmosfera de Júpiter, suas particularidades e magnetismo, além de abrir a possibilidade de desvendar o mistério das origens do sistema solar.


Fonte:https://noticias.terra.com.br/sonda-juno-faz-primeiro-voo-rasante-em-jupiter,c693184b3d36d3e9e56e68a0021e90cbzhmu655x.html

sábado, 27 de agosto de 2016

Corpo celeste batizado de "Niku" é estudado pos astrônomos; cientistas acreditam que objeto estaria girando em torno de planeta não descoberto






Objeto foi batizado de




Nasa


Objeto foi batizado de "Niku" que, em chinês, significa "rebelde", porque corpo segue direção contrária da maioria.
 Niku significa "rebelde" em chinês. E, agora, é também o nome de mais um mistério a ser desvendado por astrônomos. Astronômos descobriram um corpo celeste localizado no sistema solar exterior depois de Netuno que se movimenta em uma órbita atípica, numa direção.

Segundo a revista New Scientist, o brilho do objeto é 160 mil vezes mais fraco que o de Netuno, o que significa que ele pode ter menos de 200 km de diâmetro. Mas o grande mistério é de sua órbita, na direção contrária da grande maioria dos objetos do sistema solar – inclusive da Terra. Além disso, orbita um plano que tem uma inclinação de 110º graus em relação ao sistema solar. Por isso, ganhou o nome de "Niku", rebelde.


"Espero que todo mundo tenha apertado os cintos de segurança, porque o sistema solar externo acaba de ficar muito mais estranho", tuitou a astrônoma Michele Bannister, da Queens University, em Londres.

De acordo com cientistas, sistemas planetários costumam ser planos, já que a nuvens de gás formadoras de estrelas criam um disco achatado de poeira e gás ao seu redor. As forças atuam para que todas as partículas ali girem na mesma direção.

Por isso, para qualquer coisa girar em outra direção ou ter uma inclinação diferente, ela tem que ter sido atingida por um outro objeto. Mas os cientistas ainda não sabem o que pode ter causado o fenômeno nesse caso.

"Sempre que há algo que não conseguimos explicar no sistema solar exterior, é muito interessante porque, de certa forma, está antecipando uma nova descoberta", disse à New Scientist Konstantin Batygin, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos.


Uma hipótese que chegou a ser cogitada é a de que o objeto esteja sendo atraído pela mesma força gravitacional que age sobre um grupo de corpos celestes alinhados de forma pouco usual no Cinturão de Kuiper – área no limite extremo do sistema solar após Netuno. Esse grupo seria atraído por um planeta gigante que orbita o sol uma vez a cada 10 mil a 20 mil anos, o hipotético "Planeta Nove".

Mas Niku está perto demais do centro do sistema solar para fazer parte deste grupo. Também cogitou-se que poderia haver por ali um planeta anão, como Plutão, que ocasionasse esse efeito. Mas, até agora, nada foi descoberto.




sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Filmes




PERDIDO EM MARTE

Resultado de imagem para perdido em marte

Resultado de imagem para perdido em marte

SINOPSE E DETALHES

Não recomendado para menores de 12 anos
O astronauta Mark Watney (Matt Damon) é enviado a uma missão em Marte. Após uma severa tempestade ele é dado como morto, abandonado pelos colegas e acorda sozinho no misterioso planeta com escassos suprimentos, sem saber como reencontrar os companheiros ou retornar à Terra.
Link para Assistir o Filme:https://www.youtube.com/watch?v=GGH_P1u2Jik

PROBLEMAS DE VISÃO DEVIDO À DIABETE CRESCEM NO MUNDO, DIZ ESTUDO.

Altas taxas de açúcar no sangue prejudicam saúde ocular. Cegueira relacionada à diabetes aumentou em 27% em 20 anos.
26/08/2016 05h00 - Atualizado em 26/08/2016 07h21
Do G1, em São Paulo
Estudo aponta que problemas de visão relacionados à diabetes estão aumentando no mundo (Foto: CDC/ Amanda Mills)Estudo aponta que problemas de visão relacionados à diabetes estão aumentando no mundo (Foto: CDC/ Amanda Mills)
Em um período de 20 anos, entre 1990 e 2010, a proporção de casos de problemas de visão relacionados à diabetes tem crescido no mundo todo. A conclusão é de um estudo liderado por pesquisadores da Universidade Nova Southwestern, nos Estados Unidos, e da Universidade Anglia Ruskin, no Reino Unido publicado esta semana na revista médica "Diabetes Care".
Em 2010, 1 em cada 39 cegos tinha o problema devido à retinopatia diabética, o que representa um aumento de 27% desde 1990. Neste período, também aumentou em 64% a proporção de pessoas com deficiência visual moderada ou grave devido à retinopatia diabética: em 2010, 1 em cada 52 pessoas com esse problema tinha diabetes. 
A retinopatia diabética, provocada por taxas altas de açúcar no sangue resultantes da diabetes, se caracteriza por danos nos vasos sanguíneos da parte de trás do olho, o que leva a problemas de visão.
"Infelizmente, a retinopatia diabética geralmente não têm nenhum sintoma nos estágios iniciais", diz Janet Leasher, uma das autoras da pesquisa e professora da Universidade Nova Southwestern. "Pessoas diagnosticadas com diabetes devem ter um exame com dilatação dos olhos pelo menos todo ano e ser orientadas por seu oftalmologista. Pacientes devem trabalhar de perto com seus médicos para determinar os melhores métodos para controlar o nível de açúcar do sangue."